“SERGIPE” | SoBBreviver – O Filme

Araras, cajus e Bodyboarding!

Entretenimento, alto astral e muita mídia.

Por: Elmo Ramos / Ride It! (texto originalmente publicado na revista Ride It! #29)

Nossa saga pela BR 101 não pára! Continuamos rumo ao norte do extenso litoral brasileiro e chegamos em Aracaju, capital de Sergipe, onde fomos muito bem recepcionados e ficamos na companhia de Arthur Leite e Janaina di Araújo, nossos anfitriões bodyboarders.

A Revista Ride It! é patrocinadora da Escola Sergipana, da qual Janaína é a presidente e logo no dia em que chegamos participamos da aula na Praia do Meio e junto com os alunos demos uma caída nas merrecas para um relax das cansativas horas de ônibus pela esburacada rodovia nacional.

Chegamos bem numa época festiva da cidade, quando inauguravam a maravilhosa orla com praças, chafarizes, lagos e gramados, uma obra faraônica que nos deixou impressionados. A prefeitura e o governo ainda nos proporcionaram uma semana de shows e eventos na praia, nos surpreendendo com um campeonato de bodyboarding, onde a FSBB, presidida pelo Arthur comandou a organização.

Nós, eu e David fomos convidados para participar da competição na categoria Open, onde eu fiz a semi e fiquei em quinto lugar, David acabou ficando em sétimo. Foi muito divertido, pois fazia algum tempo que não competia deitado, só de Dropknee, mas deu pra andar direitinho, quase no nível dos moleques locais como Geudo Campos e Matheus di Moraes, que detonam nas ondas e foram os destaques da competição.

Nesses mesmos dias que ficamos por lá pude festejar meu aniversário num show do Gabriel Pensador junto com os bodyboarders que estavam na competição, numa noite linda, de céu estrelado e muito astral. Saulinho Lamounier, sua namorada e uma legião de amigos não paravam de agitar e a festa foi até umas horas.

Pudemos curtir alguns shows clássicos como dos nossos amigos da Nação Zumbi e Reação na megaestrutura montada na areia da praia, onde o público curtia as atrações gratuitamente em harmonia com a natureza do local. Juntamente com os shows também estavam sendo expostas obras de artes relacionadas a cultura local enfatizando principalmente o trocadilho do nome da cidade, Aracaju, que para quem não sabe realmente vem de araras e cajus.





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